Sejam bem vindos

O informativo do Projeto Espalha tem como objetivo levar aos leitores informações sobre o andamento de suas atividades e notícias sobre Meio Ambiente. O projeto foi uma iniciativa louvável dos 15 associados proprietários das fazendas que margeiam o Córrego Espalha, é mantido pela empresa Kinross Paracatu e conta ainda com apoio de outros seis parceiros, todos trabalhando de forma integrada para a recuperação e preservação dos mananciais de água da Bacia do Espalha. Entre, informe-se, comente, fique a vontade!

sábado, 6 de março de 2010

Histórico e Localização

A sub-bacia do Córrego Espalha está situada no Município de Paracatu, estado de Minas Gerais, fazendo parte da Bacia do Córrego Rico. Trata-se de uma área de proteção especial - APE, segundo o Decreto Nº 29.587 de 8 de junho de 1989. A bacia hidrográfica do Córrego Espalha possui uma superfície total de 40 km2 e abrange a vertente do Córrego Espalha, limitando-se, ao norte com a Rodovia BR 040; a leste com o perímetro urbano de Paracatu: a oeste com a serra da Anta e ao sul com a Serra da Contagem e com a rodovia MG-188, respectivamente. Durante um longo período, as águas do Córrego Espalha foram utilizadas como fonte de água potável para município de Paracatu, através de captação e tratamento efetuados pela COPASA. Atualmente o sistema de captação e adução encontra-se desativado. O Ribeirão Santa Isabel é atualmente o principal manancial de água potável utilizado pela população de Paracatu.

Fazem parte da bacia do Córrego Espalha, os córregos do Moura e do Urubu. O Córrego Espalha deságua no Córrego Rico dentro do perímetro urbano de Paracatu, sendo responsável pela manutenção da vazão de 80% do Córrego Rico, haja visto que o Córrego Rico é considerado um Córrego de 3º grandeza enquanto o Espalha é classificado como de 4º grandeza.

sábado, 27 de fevereiro de 2010


Desenvolvimento Sustentável: 30 anos

O conceito de desenvolvimento sustentável é um aniversariante incansável. Tem gente que acha que ele é jovenzinho e comemorou os seus 20 anos em 2007, lembrando de seu nascimento oficial no relatório Nosso Futuro Comum da Comissão Brundtland. Mas há também quem se lembre que o termo desenvolvimento sustentável já ainda mais velhinho do que aparenta. Na verdade ele estaria neste ano comemorando 30 anos! Isso é o que nos conta comunicado lançado nesta sexta-feira pela União Mundial para Conservação da Natureza, ou IUCN para os íntimos.

De acordo com a IUCN, a primeira vez na qual a famigerada combinação entre desenvolvimento e sustentabilidade ocorreu foi durante o lançamento da Estratégia Mundial de Conservação em marco 1980. Naquela ocasião, os conservacionistas traçaram as prioridades para manutenção dos recursos naturais para as futuras gerações.

Mas como se sabe, nem tudo saiu como o esperado. "Trinta anos após que a Estratégia Mundial de Conservação nos trouxe o termo desenvolvimento sustentável, recursos naturais continuam diminuindo, com efeitos dramáticos, e quase sempre irreversíveis, sobre o meio ambiente , economias e sociedades ao redor do mundo", avalia o chefe do Programa de Manejo de Ecossistemas, Neville Ash.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Cerimônia de Abertura

Ocorreu, no dia 28 de agosto pela manhã, em uma das propriedades da Bacia do Espalha, a inauguração oficial do presente projeto, que contou com a presença de representantes dos diversos parceiros envolvidos, a saber: Prefeitura Municipal de Paracatu e suas respectivas Secretarias de Agricultura e de Meio Ambiente, Kinross Paracatu, Faculdade do Noroeste de Minas – FINOM, Associação dos Produtores e Agricultores Familiares da Bacia do Espalha, Instituto Estadual de Florestas – IEF, e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais – EMATER/MG. Somente os representantes da Universidade de Brasília, uma das parceiras do projeto, não estiveram presentes.

Durante o evento foi ressaltada a importância que o projeto representa para todo o município de Paracatu, principalmente no que se refere à conservação de seus ambientes naturais, desenvolvimento das propriedades localizadas na Bacia, produção científica por parte da comunidade acadêmica e conscientização e melhoria da qualidade de vida de toda a população paracatuense.

Ao final da cerimônia, foram entregues aos produtores as chaves de um trator e de uma retroescavadeira cedidas pela Kinross Paracatu e pela Secretaria Municipal de Agricultura, que já se encontram em funcionamento na estruturação das curvas de nível e barraginhas previstas pelo projeto.